jueves, 14 de enero de 2016

Testadores, vagões e cabines: os lugares preferidos para o sexo 'outdoor'

Uma vez que comece a euforia do natal (e em que estamos), o 'aqui eu pegar, aqui te mato' atinge seus mais altos níveis de versatilidade, porque o que é que enche os nossos corações nestas datas? Esse espírito 'dickensiano' de generosidade, fraternidade e compaixão se traduz em ceias opíparas de empresa, encontros, dando com os amigos e as saídas noturnas de horizontes distantes. Reconozcámoslo, o que ele pede, o corpo é uma festa. Não são os corações, mas outras partes de nossa anatomia que se enchem de um furor que você tem que baixar como se não houvesse amanhã e onde quer que seja. Você poderia ter um panorama mais propício para escarceos em posições extravagantes? Efectivamente, era o mais propício para uma amiga minha, que acabou fazendo o amor com o Papai Noel de um centro comercial nos arredores, em pleno parque de estacionamento. A coisa começou da forma mais inocente: que se acompanhou minha irmã e seus filhos para ver o Presépio, que se nós levamos um 'copichuelas', que há o que comemorar, que se reparaste o Papai Noel esse que tem uns lindos olhos, que bom 'rolinho' e corpo de jota está me colocando... a caminho Do carro, casualidades da vida, se topou com o gordo personagem que, sob a falsa barba e o enchimento de espuma, foi o melhor presente de natal que qualquer moça jamais ter sonhado pudesse... Não é brincadeira, desde então, não pode evitar associar o Natal com o cheiro da gasolina acompanhado de um choque na virilha.Mas há vida, e, claro, sexo, além de Natal. O verão passado se era espalhado pelas redes sociais uma dessas histórias que nos despertam estupidamente e de forma espontânea o 'ji-ji-ji' que temos reservado para os fofocas sexuais quando não vão com a gente: o avistamento em plena rua do centro de Madrid de um casal mantendo relações com desprezo absoluto pelas condições de higiene e privacidade, um espetáculo de cores zoológicos e gratuito. O olho onmipresente do grande irmão 'postmoderno' multiplicado por milhões de 'smartphones' tomou boa nota do assunto e viralizó o 'input' visual com a velocidade do relâmpago.



Na cabine do dj com o dj?), no quarto da caldeira da casa de campo de um amigo, nos vestiários de um parque de bombeiros, no final da subida do Circo de Gredos (isso sim que são desejo!), em um cemitério... "75% da minha vida eu passei fazendo-o de pé em bares...", "a primeira vez que lhe acostumado sexo oral a um homem foi em uma igreja" (queremos pensar que esse foi o início de uma longa, satisfatória e santificada vida erótica com todas as bênçãos...), "no 'parque' de um hotel com o meu marido e o garçom do nosso banquete de casamento, em nossa noite de núpcias" (circunstância esta, onde parece que o lugar é o de menos...). "Vá para um hotel", essa frasecilla que com certeza alguma vez teremos esse ou para o que ainda temos sido destinatários, não poderia mais oportunamente servir aos nossos propósitos. Em contradição marcada com todo indício de impulso súbito e repentino, nos deparamos com verdadeiras postas em cena elaboradas 'ad hoc' para dar vazão à libido e deixar bem encurralado ao pudor no mais recôndito de nossa calabouço mental. Margarida Bonita Suite é uma empresa de serviços a hotéis, que se dedica a criar "quartos românticos" (vamos lá, a admitirles a ñoñería). Não me cabe dúvida de que as "novas sensações" que prometem a base de uma cama com movimento próprio, um sofá templos e ídolos (porque o 'tantra' de toda a vida já não é legal) e uma iluminação que vai mudando automaticamente de cor devem corresponder às expectativas dos mais lascivos e desenfreados amantes. Agora, se você entra no site e vê o vídeo da estadia solitária com todos os seus mecanismos postos em funcionamento, você vai ter a impressão de que é o próprio quarto da menina do exorcista, o palavra! E ouve, o padre Karras tinha a sua morbillo, para que negá-lo. Admitir que a gente gostaria de deixá-los no castelo de Vlad Tepes ou no Ninho das Águias não é nenhuma monstruosidade, não mais do que o acesso ao primeiro por quatro dólares, para uma visita de turismo ou o segundo através de uma reserva em seu restaurante. Mas a estas alturas de artigo que já vai sendo hora de estabelecer um 'ranking' que se ajuste aos gostos e possibilidades de uma ampla maioria. E não, não é a praia, tudo o que é posterior a 'a um passo da eternidade' é uma ordinariez e, além disso, sabemos que é desconfortável, que a areia se mete até no último interstício de dobra de pele e que isso de imitar célebres cenas tórridas vai ficar sempre num quero e não posso. Os lugares favoritos

O censo Sei de um casal que se encontrava tão a gosto descarregando sua lascívia sobre a mesa de um colega que teve o tino de medir a distância vertical desde o solo ao quadro de madeira para determinar a altura exata que convinha a tão satisfatório acoplamento. Que transgressão tão deliciosa aquela de imprimir um pouco de curiosidade ao rotineiro cenário de nossos desvelos de trabalho. É simples, está ao alcance de qualquer um e só exige que se verifiquem as circunstâncias propícias para levá-lo à prática sem maiores dificuldades.

Sobre a neve, Isso não entendo muito bem, mas aparece de modo recorrente nos diferentes 'rankings' que possui a rede. Todos soltam a graça de que é a melhor forma de combater o frio, talvez o de ter o culete congelado é tão excitante como que se passem um ulna de gelo no peito. Em qualquer caso, e remitiéndonos de novo para esta época de natal, eu jogaria minha libido a que agora mesmo você está canturreando 'last christmas I gave you my heart'.

A varanda de um arranha-céu o Super anos 80! Você tem que colocar um cuidado especial para não cair, e todo o cuidado possível que se vejam os vizinhos, que é a graça de fazê-lo em um site tão exibicionista.

Em um templo Independentemente de qual seja sua confissão, quantas mórbidos imaginações não haverá despertado o instinto de profanar um sagrado espaços assaltando os atos mais como atentado violento ao pudor! Era este um tema muito do gosto do Marquês de Sade, mestre de irreverências e refinamentos o que não convém imitar ao pé da letra.

Sob a árvore de Natal 'Santa baby'. Este picarón carol tem estado na boca de todos, desde Marilyn Monroe até Taylor Swift, passando por Madonna, Kylie Minogue ou Michael Buble. Ora, se, como diz a letra, a sua 'Santa' pedir uma árvore decorada com gosto de Tiffany's, até onde podemos chegar para justificar um bom comportamento que merecer essas dádivas? Temos uma localização ideal para dar tudo jogando isso de que "eu tenho sido muito bom@, eu mereço um presente!".


O metro Muito possível se você mora em uma cidade grande e extensível para qualquer trem ou estação de caminho de ferro. Sei a razão por que os ônibus não têm esse mesmo curiosidade, mas o fato é que a falta dele. Tanto o rítmico chocalho dos vagões como o ambiente 'underground' de seus sujos corredores nos despertam o espírito de aventura sexual urbana, e são poucos os que, ao menos uma vez na vida, não o provaram.

Alguns testadores É um dos cenários mais populares na hora de escolher uma alternativa para a doméstica cama. Um recoveco íntimo dentro de um espaço público, onde, supostamente, ninguém entra sem permissão. Eu devo ter perdido alguma coisa em todos os anos que eu passei de compras, porque sempre me pareceu que a iluminação desses cubículos é terrível e os espelhos ligeiramente deformantes, duas circunstâncias mais antimorbo. Ainda assim, esses enclaves permanecem imbatíveis entre os primeiros lugares.

Um festival de música, Sem dúvida, um 'must' para o sexo 'outdoor'. Referimo-Nos, logicamente, a essas namoro de verão que se realizam ao ar livre e em que, além do atrativo cultural se concitan outros interesses, muitos deles claramente relacionados com a boa intenção de acertar, pillar cacho ou até mesmo brigar com uma esquadra iniciação ao sexo coletivo. E entre uma massa impulsionada de fãs em estado catártico, quem sabe se, na verdade, você está seguindo as ondas rítmicas musicais ou mais bem plegándote ao compasso de outras muito mais carnais e úmidas palpitações? A sua própria consciência poderia discernirlo? E mais, quem se importa?

lunes, 28 de diciembre de 2015

O VÍCIO DO SEXO, UM ASSUNTO SÉRIO

Os vícios, às vezes, em conversas ou no mundo da ficção podem ser motivo de jocosidad, e especialmente o vício do sexo, que a gente não costuma levar a sério. Parece que ter a vontade constantes de praticar sexo a videos eroticos e se acima você tem a oportunidade de "passar o dia fodendo" não constitui motivo de preocupação, mas sim de inveja. 

O VÍCIO DO SEXO

É a típica bobagem que um curso na companhia de outros em um ambiente informal, descontraído e festivo, mas se qualquer das pessoas que faz este tipo de comentário fora realmente viciado em sexo outro galo cantaria.

Como qualquer outra coisa que possamos estar ligados (álcool, tabaco, drogas em geral ou o jogo, por exemplo), o vício do sexo é uma doença que faz sofrer muito para aqueles que a sofrem –bobagens à parte-, mas, como em todas as dependências, há um ponto diferente em cada pessoa e difícil de identificar, o que se passa, de dirigir muito frequentemente aquela fonte inicial de prazer para fazê-lo em um nível obsessivo, negligenciando o resto de aspectos de nossa vida e perjudicándonos a nós mesmos, até mesmo fisicamente.

Um viciado em sexo precisa com a filme porno de praticá-lo e chega um momento em que dá o mesmo com quem o faça –não se coloca especialmente mal-humorado-, se está a tomar precauções ou não e se está prejudicando as pessoas de seu ambiente com suas atividades sexuais, ou negligência de sua vida pessoal e profissional. 



Quando se perde o controle de tudo isso, estamos falando de um vício, que é uma doença, que no caso das mulheres é conhecido como "ninfomanía" –e sim, esta palavra nos lembrar comentários estúpidos de que falávamos no início, e que costumam qualificar as mulheres muito ativas sexualmente "ninfómanas" de video porno, rótulo que costuma animar os tertulianos pelas implicações que tem-. No dos homens, embora seja menos conhecido, é "satiriasis". 

O viciado (ou a favor) do sexo o pratica de forma impulsiva, mas é que, além disso, ao final se sente culpado, e para levar a cabo a satisfação momentânea de seus desejos físicos requer uma promiscuidade que, muitas vezes, só é possível através de mentiras a seu parceiro no caso de tê-lo, mas também de outras pessoas envolvidas. Quando fazer sexo com várias pessoas usando o namoro não é possível, recorre-se à prostituição, aos encontros com desconhecidos, o consumo excessivo de pornografia, da masturbação constante, etc. Como em qualquer vício, a falta de acesso à fonte de prazer desemboca em síndrome de abstinência.

E nos casos mais graves, pode levar a quem sofre desta dependência ao exibicionismo e o assédio sexual, mesmo à agressão sexual, o que pode destruir as vidas de outras pessoas e acabar na prisão e condenado à exclusão social, algo muito mais preocupante do que a perda do trabalho ou das amizades e das relações familiares que costuma entrar dentro das consequências do vício do sexo.

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